Davi D'lírio, Advogado

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"A advocacia não é profissão de covardes" - Heráclito Fontoura Sobral Pinto
Advogado, formado pela Universidade de Ribeirão Preto (UNAERP), na cidade de Guarujá - São Paulo, Pós-Graduado pela Universidade Cruzeiro do Sul (UNICSUL), com o titulo de especialista em Direito Penal, Pós-Graduado pela Universidade Cruzeiro do Sul (UNICSUL), com o título de especialista em Direito do Trabalho, Pós-Graduado pela Faculdade Educacional da Lapa (FAEL) com título de especialista em Direito Processual Civil. Pós-Graduado pela Universidade Cândido Mendes (UCAM) com título de especialista em Redação e Oratória. Atua prestando serviços de assessoria e consultoria jurídica a pessoas físicas e jurídicas, jurista no Jusbrasil. Página no Facebook: https://m.facebook.com/lirioadvocacia/?ref=bookmarks
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Davi D'lírio, Advogado
Davi D'lírio
Comentário · há 16 dias
O pleonasmo é evidente, pois se é um acordo já se presume que seja amigável, porque o dicionário Aurélio define desta forma;

a·cor·do |ô|
(derivação regressiva de acordar)
substantivo masculino
1. Harmonia entre pessoas ou coisas. = CONCÓRDIA, ENTENDIMENTO

Então usar o termo acordo amigável realmente está incorreto, sob o ponto de vista técnico da palavra.

Mas creio que a Dra. esta sendo demasiadamente rígida, pois é um vício colocado nos alunos desde a faculdade já que até o próprio legislador, errou na elaboração da lei
3.924;

Art 13. A União, bem como os Estados e Municípios mediante autorização federal, poderão proceder a escavações e pesquisas, no interêsse da arqueologia e da pré-história em terrenos de propriedade particular, com exceção das áreas muradas que envolvem construções domiciliares.

Parágrafo único. À falta de acôrdo amigável com o proprietário da área onde situar-se a jazida, será esta declarada de utilidade pública e autorizada a sua ocupação pelo período necessário à execução dos estudos.

Destarte, realmente é um erro mas não creio que seja algo tão grave, para enxergar uma decadência da profissão.

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